

Meia Amazônia Não
Author: Eu quero verde
O Greenpeace tem nova campanha, contra a devastação da Amazônia.
Os anúncios, chamados de “Macaco”, “Índio” e “Arara”, trazem figuras feitas de galhos e folhas. Os títulos falam do movimento encabeçado pela ONG e indicam como agir contra a devastação da região.
A campanha “Meia Amazônia Não” também inclui site, onde podem ser conferidas as ações propostas pelo Greenpeace.
Na internet, a ONG explica todo o problema e abre a possibilidade do usuário participar da luta. Na seção “O que você pode fazer”, o internauta tem várias opções de ação para colaborar.
Assine contra no site:
www.meiaamazonianao.org.br
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05 de junho Dia Mundial do Meio Ambiente
Author: Eu quero verde
Hoje, dia 05 de junho comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente e também o Dia da Ecologia.
É um dia importante? Sim é, mas infelizmente não podemos ter uma comemoração de festas e alegrias hoje nosso maior desafio é de salvar a nossa floresta amazônica que é alvo direto de devastações estrondosas atingindo todo o nosso meio ambiente.
A realidade é que: precisamos agir! E pensando nisso o Empório de Mídia em parceria com o Ecoar que é uma organização sem fins lucrativos e com foco no meio ambiente e educação para o desenvolvimento sustentável estão empenhados em incentivar as pessoas a mudarem seus hábitos mostrando que através de simples ações já podemos contribuir e muito para a preservação do planeta.
Vamos juntos encarar essa briga e mostrar que podemos fazer a diferença.
Clique aqui e conheça algumas dicas de como podemos contribuir e também aprovei para participar do projeto EU QUERO VERDE.
Comunidade no Orkut
Eu quero verde
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=39438311
Harrison Ford se depila pelas florestas
Author: Eu quero verde
O ator Harrison Ford, que estréia nesta semana “Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal”, depila o peito em comercial da Conservação Internacional, que foi criado pela BBDO Nova York.
Na campanha “Perde-se ali, sente-se aqui”, o ator chama a atenção para as queimadas, que são responsáveis pela emissão dos gases que causam as mudanças climáticas. O comercial tem 30 segundos de duração, é dirigido pelo premiado Janusz Kaminski e tem música de Pearl Jam.
As ações convidam ao aproveitamento da “tecnologia da natureza”, que tem ecossistemas saudáveis que regulam o clima e sustentam a vida na Terra, e ao encerramento da dependência de combustíveis fósseis por meio de novas tecnologias.
A campanha inclui peças impressas, digitais, outdoors, materiais secundários e filme, que serão veiculados em várias partes do mundo, mas não devem chegar ao Brasil.
Para assistir ao filme, clique aqui.
Fonte: Propmark
Revista Época:Compre Verde
Author: Eu quero verde

Com 18 páginas editoriais dedicadas à causa ambiental e 18 anúncios de publicidade alusivos à preservação do meio ambiente, a revista Época publica sua Edição Verde pelo 3º ano consecutivo.
Como gesto simbólico, troca o vermelho de sua logomarca pelo verde. “De agora em diante, será assim em todas as nossas Edições Verdes”, diz Paulo Nogueira, diretor editorial da Editora Globo.
“Época se orgulha de ter abraçado a causa ambiental há muito tempo e de tê-la colocado num lugar privilegiado em sua agenda de assuntos. Acreditamos ser imperioso o engajamento em causas ambientais”, afirma Hélio Gurovitz, diretor de redação da revista.
Supermercado Verde
Author: Eu quero verde
O Grupo Pão de Açúcar inicia as obras da primeira loja verde na América Latina, com investimento de R$ 7,5 milhões. Localizado em Indaiatuba, com investimento inicial de R$ 7,5 milhões e em uma área de 1600m², o novo espaço abrigará novas práticas de responsabilidade sócio-ambiental, além de projetos de sustentabilidade já realizados pela rede, como ações de estímulo a reciclagem e ao consumo consciente e outras de redução de consumo de água e energia elétrica. E pelos corredores e prateleiras da nova loja, o cliente encontrará maior oferta de produtos orgânicos e naturais.
Para concepção da nova loja, a empresa buscou adaptar o projeto arquitetônico às exigências da certificação LEED (*). E, para atender aos clientes mais engajados, o processo de seleção dos funcionários inclui vivência ou experiência pessoal e/ou profissional em projetos ligados a sustentabilidade. O processo de seleção terá acontece hoje e amanhã (24 e 25 de março) no CAT (Centro de Apoio ao Turismo) - Av Presidente Vargas, Nº 1871 - Cidade Nova (Indaiatuba - SP), munidos de carteira profissional, RG e currículo.
(*) O critério LEED foi criado por um conselho aberto e voluntário de nível mundial, o U.S Green Building Council (USGBC), que congrega lideranças de vários setores da indústria da construção, hoje em torno de 8.500 profissionais. Uma espécie de networking, um processo de troca de conhecimento, em contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento, provendo o mercado de idéias e informações que visam promover e transformar a construção convencional em construção sustentada.
Brasileiros estão atentos ao aquecimento global
Author: Eu quero verde
Levantamento realizado pela Accenture aponta que 96% da população brasileira está atenta aos impactos das alterações climáticas. No mundo, este índice é de 85%. Realizada com sete mil entrevistados de dezessete países, a pesquisa evidencia que as pessoas estão mais alertas ao impacto direto que estes fenômenos podem causar em seu cotidiano.
O Brasil, ao lado da Índia e da China possui o maior número de consumidores preocupados com as questões climáticas e com o fornecimento de produtos que não agridam o meio-ambiente.
Segundo Marcelo Gil, executivo responsável pela área de estratégia da Accenture para América Latina, este cenário explica a crescente mudança de comportamento da população mundial frente a temas como reciclagem e economia de energia, gás e água. “As pessoas estão cada vez mais conscientes do seu papel na questão do aquecimento global e vem adotando atitudes que podem gerar oportunidades de negócio para empresas cujos produtos e serviços minimizam os efeitos das alterações climáticas”, destaca Marcelo.
De fato, 71% dos consultados revelaram que freqüentemente reciclam papel ou plástico, tiram da tomada seus eletrodomésticos, sistemas de aquecimento e ar-condicionado. Entre os brasileiros, 73% informaram que estão dispostos a reduzir o uso de recursos naturais para mitigar as emissões de carbono. Já 71% aproveitariam mais o biocombustível como forma de reduzir as alterações climáticas, enquanto 62% adotariam produtos renováveis.
Outro dado apontado pelo estudo, revela que os países emergentes são os mais preocupados com esta temática e estão prontos para agir: 97% dos consumidores no Brasil, Índia e China temem as mudanças de temperatura no globo (contra 85% no mundo todo) e 98% entendem que este quadro afetará suas vidas (contra 73% na Europa).
A pesquisa foi realizada no Brasil, Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Holanda, os quatro países nórdicos, Espanha, Reino Unido, Austrália, Japão, China e Índia.
Exposição Arte pela Amazônia
Author: Eu quero verde

Nesta quarta-feira, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, acontece a abertura da exposição “Arte pela Amazônia”, que reunirá obras de arte de 150 artistas.
Haverá instalações, fotografias, pinturas, esculturas, vídeos , gravuras, criados por três diferentes gerações de artistas brasileiros, entre eles Tomie Ohtake, Nelson Leirner, Guto Lacaz, Maria Bonomi, Sandra Cinto, Alice Ricci e Michele Lerner.
Dentre os fotógrafos estão Angelo Pastorello, Marcio Scavonne, Thomaz Farkas e Miguel Rio Branco.
Ricardo Ribenboim é um dos principais articuladores da exposição.As obras foram cedidas para a mostra e, depois, para a realização de um leilão. Muitos criaram obras específicas para a ocasião. Outros optaram por trabalhos já existentes, reeditando-os ou os mantendo da forma original.
O objetivo é conscientizar de uma nova maneira e aumentar os conhecimentos sobre o aquecimento global.
Exposição Arte pela Amazônia
Pavilhão da Bienal, 3ºpiso (acesso pela rampa externa), São Paulo
De 05 a 30/03/08, terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Entrada Franca
Áreas de posse contribuem para desmatamento
Author: Eu quero verde
Restantes são terras públicas fora das áreas protegidas, onde vivem ribeirinhos, indígenas com terras ainda não reconhecidas e populações tradicionais.
A solução para o problema, segundo a pesquisa, é realizar o cadastramento completo e acelerado dessas áreas para deter o desmatamento florestal.
SÃO PAULO, 4 de março de 2008 - Áreas de posse ocupam 42 milhões de hectares na Amazônia, o equivalente à metade do estado de Mato Grosso, e são uma das responsáveis pelo desmatamento acelerado na região. É o que concluiu pesquisa divulgada pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
O estudo, realizado durante um ano e meio por três pesquisadores, adverte que o perigo do desmatamento em áreas ocupadas por posseiros está passando despercebido.
O problema, segundo o pesquisador Paulo Barreto, é que muitas posses já ocupavam áreas que foram posteriormente demarcadas como unidades de conservação: “A posse é uma situação em que a pessoa não comprou aquela área, mas está
usando - tira madeira, cria gado, ganha dinheiro ocupando uma terra pública e não pagou por isso. É uma espécie de privatização gratuita em uma área muito grande.”
Segundo a pesquisa do Imazon, apenas 4% da Amazônia Legal são constituídos por propriedades com documentação legalizada. Outros 43% são áreas protegidas, que correspondem a unidades de conservação, terras militares e terra indígena demarcada. Em 32% da Amazônia, os proprietários se dizem legais, mas as áreas não estão ainda confirmadas pelo Incra. E os 21% restantes são terras públicas fora das áreas protegidas, onde vivem ribeirinhos, indígenas com terras ainda não reconhecidas e populações tradicionais. Existem posseiros em todas essas áreas.
A solução para o problema, segundo a pesquisa, é realizar o cadastramento completo e acelerado dessas áreas para deter o desmatamento florestal.
As informações são da Agência Brasil. (Redação - InvestNews)
WWF-Brasil em campanha pelo meio ambiente
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Vídeo criado pela agência DM9DDB para o WWF-Brasil. O objetivo da campanha é conscientizar a população quanto ao fato de que pequenas ações isoladas, tanto positivas como negativas, podem dar início a um efeito cascata de proporções planetárias. Criação de Rodolfo Sampaio, Julio Andery e Arício Fortes
Vale a pena assistir.
Banco Mundial pode estar desmatando a Amazônia
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Um relatório divulgado pela ONG Amigos da Terra - Amazônia Brasileira diz que o Banco Mundial (Bird) pode estar colaborando com o desmatamento da Amazônia ao financiar projetos de pecuária na região sem analisar com cuidado os efeitos que eles podem ter.
“Organizações como o IFC (International Financial Corporation, ou Corporação Financeira Internacional) do Banco Mundial promovem a expansão do abate em áreas vulneráveis da Amazônia, sem sequer estudar os impactos na maioria das regiões afetadas”, diz o relatório, intitulado O Reino do Gado - Uma Nova na Pecuarização da Amazônia Brasileira.
O documento, divulgado no domingo, traça um perfil da pecuária na região da chamada Amazônia legal (área que engloba nove estados brasileiros que abrigam a Bacia amazônica e que possuem em seu território trechos da Floresta Amazônica) e, além de criticar o Banco Mundial, critica o governo por não adotar medidas que impeçam o avanço da pecuária na Amazônia, que “representa uma das principais forças motrizes do desmatamento e das queimadas na região”.
“A pecuarização da Amazônia se intensificou de maneira sem precedentes nos últimos cinco anos e o fenômeno requer uma atenção nova e especial, em qualidade e em quantidade, por parte das autoridades governamentais, da cadeia comercial de instituições financeiras, cientistas e organizações da sociedade civil.”
“Expansão da fronteira”
Segundo o relatório, em 2007, pela primeira vez, “a Amazônia Legal passou da marca histórica de 10 milhões de abates bovinos, com um aumento de 46% em relação a 2004.”

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